terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Quem nasce em Americana é... ?

Nesse final de semana que passou fui para a cidade de Americana, no interior paulista, próxima à Campinas. Não, não foi uma escolha turística para o feriado, e sim uma viagem concursística: acompanhar o cônjuge em sua iniciação no fantástico mundo dos concurseiros.
Lá na cidade fui acometida pela dúvida que titula este post: quem nasce em Americana é... ? Não sabia o que era; só sabia o que definitivamente não era: americano. Afinal de contas, embora todos que nasceram na cidade de Americana, assim como também nós e mais um punhado de gente sejamos todos americanos, os "estados unidenses" (como sabiamente os chamam nossos vizinhos sulamericanos) monopolizaram tal denominação...
Meu bom senso supunha que a denominação para os naturais de Americana fosse, naturalmente, americanense. Porém, como não tenho uma auto estima tão elevada assim a ponto de tomar como verdade inexorável aquilo que suponho, consultei o oráculo dos internautas (vulgo Google) e constatei que era isso mesmo.
O problema de se ir no Google procurar alguma coisa é que se acha muitas outras... Sabem como é, um link leva a outro e, como diz o ditado, "quem procura, acha". E de clique em clique acabei descobrindo que anda rolando um jogo de empurra empurra entre as prefeituras de Americana e Campinas... Empurra empurra de gente que ninguém quer, e que ninguém mais nota que é gente...Enquanto os americanos se preocupam com a entrada clandestina de mexicanos por suas fronteiras, os americanenses são acusados de mandarem seus mendigos na surdina para terras campineiras.
Pois é, amigos, exportação de mendigos. O caso foi parar até no Ministério Público, por denúnica da Prefeitura de Campinas contra a de Americana.
E, nessa Guerra dos Esfarrapados - na qual os esfarrapados são as armas e não os guerreiros -, Americana também tem suas reclamações contra a vizinha: alega que uma certa lei que entrou em vigor por lá e que proibe a mendicância ou a comercialização de mercadorias nos faróis vai resultar em migração dos mendigos "desempregados" por tal lei para sua cidade.
Quando eu morava em São José dos Campos, que, assim como Americana, tinha um prefeito psdbista que estava reformando e enfeitando toda a cidade, também já havia ouvido dizer que a exportação de mendigos fazia parte da política de melhoria estrutural e estética do ambiente... Tanto que, em 2001, Jacareí acusou São José do mesmo que hoje Campinas acusa Americana.
Não sei se faz parte da política do PSDB, de qualquer prefeito independentemente do partido ou desses prefeitos especificamente mandar os mendigos embora... Não sei se esse embora é de volta para suas terras de origem (nesse caso, quem nasce em americana, definitivamente, além de não ser americano, também não pode ser mendigo) ou é simplesmente despachar em outras terras longe de sua responsabilidade e dos olhos eleitores.
Nem sei se as acusações procedem. O que sei é que, como diz outro velho ditado, "onde tem fumaça, tem fogo", nem que seja uma bituquinha de cigarro... Pode ser que a coisa se prove, pode ser que fique apenas como mais uma "lenda urbana". Entretanto, só o fato de tais acusações nos parecerem tão verossímeis (e ao MP também, visto que acolheu a denúnica) já é bastante triste.
As cidades podem até esconder a sujeira embaixo do tapete, mandar aquela realidade que é feia e desagradável de se ver para longe, todavia ela não vai deixar de existir. A realidade vai bater à porta de alguém... Ou dar com a cara na porta em outras cidades... Em geral numa cidade grande e desordenada, desordenada o bastante para o prefeito não ter como organizar uma exportação de mendigos.
Por isso, enquanto as outras cidades vivem a fantasia de serem bonitas e perfeitas, São Paulo vê e vive a dura realidade... Aqui fica evidente o resultado do jogo de empurra dos políticos brasileiros... O problema deixa de ser de cada um deles, mas continua sendo de todo mundo.
Não existem mendigos americanenses nem joseenses? Pois existem muitos mendigos brasileiros.

Colei abaixo os links de algumas reportagens sobrre o assunto, para o caso de alguém ter curiosidade de ver:

http://www.maisinterior.com.br/v4_ler.asp?id=126566/Caso-de-exporta%E7%E3o-de-mendigos-vai-parar-no-MP-

http://www.oliberalnet.com.br/cadernos/cidades_ver.asp?c=03A9A999E49

http://jornal.valeparaibano.com.br/2001/10/21/jac/mora1.html

domingo, 16 de janeiro de 2011

Lula lá no Oscar

Lula lá brilha uma estrela... Lula lá com toda certeza...
É, com toda certeza alguma estrela brilha pro Lula, tanto que o cara saiu do sertão de Pernambuco pra mais que subir na vida, pra subir a rampa do Planalto! E agora sua estrelinha petista vai brilhar lá no Oscar!
Imaginem só até onde isso pode chegar: uma estrelinha na calçada da fama de uma mão com quatro dedinhos de um cara gordinho que gosta de beber e que não é o Homer Simpson!
Sim, meus amigos, este post versa sobre o filme "Lula - O Filho do Brasil" que, quer achemos que por marmelada ou não, se tornou nossa indicação ao Oscar.
Não sei se o filme venceu a votação para indicação ao Oscar, de modo "tão unânime", com a forcinha de um mensalão cinematográfico ou se foi por força de não haver algo melhor a se indicar, pois, de todos os demais concorrentes, só assisti Nosso Lar e Chico Xavier.
Nosso Lar pareceu-me mais preocupado com os efeitos especiais do que com o enredo em si, o que até aí não é tão ruim para um Oscar afinal, mas o problema é que deixou a história tão subentendida que eu creio que quem não seja da doutrina espírita ou já não tenha tido contato com o livro que dá nome ao filme não consegue entendê-lo bem.
Chico Xavier, a meu ver, está no mesmo nível que  Lula - O Filho do Brasil, ambos no limiar entre a categoria filme e a documentário. Pensando extrritamente na estrutura do filme, acho que ambos têm o mesmo nível de qualidade e tanto faria indicar um como o outro, porém convenhamos que o impacto de um filme que conta a tragetória de um garoto pobre do sertão que virou presidente de um país emergentee, eleito e reeleito por voto popular, é bem mais hollywoodiano do que o de um católico que se tornou espírita, abdicou dos bens materiais e viveu na caridade. O cara que saiu da pobreza para a fama internacional tem bem mais cara de tapete vermelho!
Embora o filme mostre a tragetória de Lula desde o seu nascimento até o ano de 1980 e o coloque como uma espécie de herói sindical, o que inegavelmente ele se tornou (gostemos dele e de seu governo ou não, fato é que ele tem um baita de um carisma), para mim o filme pareceu centrar-se mais na mãe do Lula, dona Lindu, do que nele próprio, tanto que a película acaba no ano em que ela falece. Ficou em mim a sensação de que a personagem central da trama era na verdade ela. E a mensagem de que foi ela quem inspirou o filho.
Portanto, ainda que o filme mostre como o Lula era gente boa e tinha grande habilidade política, mesmo tendo entrado na política sindical mais pelo próprio destino do que por vontade, já que o que ele queria mesmo era ajudar aos trabalhadores, não achei o filme propaganda política de fato, coisa do que muitos o acusaram.
Propaganda política teria sido - e eu pensei que seria - se o filme tivesse mostrado a tragetória política do Lula, desde a fundação de um partido voltado para os pobres e explorados trabalhadores (ai, que lindo!), passando pela sua derrota para o Collor playboyzinho na eleição de 1989, com uma boa ajuda de certos canais de tv que editavam debates antes de colocar no ar e faziam o Lula parecer um loucão, até a sua vitória em 2002 e a sua aprovação consagrada pela reeleição em 2006. Isso sim seria propaganda política, mostrando o quanto os opositores políticos usavam de artifícios sórdidos na campanha e o quanto ele era heróico em resistir, persistir e então vencer. E isso, meus amigos, seria bem mais hollywoodiano. Isso sim teria chances de ganhar um oscar.
O que o filme mostra (ou pelo menos o que eu vi nele) foi a força da dona Lindu e como a coragem que determinou as escolhas dela possibilitou que o filho pudesse chegar onde chegou. Mostra também o quanto o Lula tem, o que é indiscutível e bastante interessante, aliás, habilidade para conquistar as massas.
O interessante também, a meu ver, é que o filme deixa bem claro que o Lula não é e nuncaa foi socialista e muito menos comunista e nem opositor da ditadura. A luta dele não era para derrubar o regime e nem para mudar o sistema. Acho isso interessante porque foi sempre o modo como eu vi o Lula e razão pela qual eu nunca entendi a profunda decepção de alguns petistas ao não verem um posicionamento mais socialista do governo ascender após 2002... Nunca entendi porque tinham essa espectativa sobre o Lula.
Por falar em espectativas, não posso dizer que o filme tenha superado às minhas, assim como não ficou aquém. A meu ver é um filme interessante de se ver - embora eu achasse que seria mais se tratasse da parte efetivamente política da vida do cara -, bem feito, bem estruturado e com bons atores.
Creio que não ganharemos o Oscar... Mas, pelo menos, con siderando que a indicação da Argentina é o "Abutres", acho que nossos hermanos também não!
E que bom que o Lula deixxou pro Zé Padilha tratar a parte política de sua vida em um filme! Certamente ele fará muito melhor e muito mais ácido, a julgar já pela ótima e irônica escolha do título - Nunca Antes na História Desse País. Aí teremos efetivamente um mensalão cinematográfico!
E Tropa de Elite 2 sim mereceria nos representar no Oscar!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Se Deus quiser?

Este post não será agradável de ler, assim como não foi nada agradável de escrever. Se você não for ateu, agnóstico ou um religioso com compaixão por essas pobres almas, é melhor parar por aqui.
Como todos sabem, não posso me dizer exatamente atéia, porque tenho lá minhas superstições e uma moderada simpatia pela doutrina espírita. Por outro lado, não consigo encontrar em nenhuma religião respostas que satisfaçam as inquietudes e questionamentos do meu ser. Enfim, minha soberba não é tão acentuada assim que me permita negar veementemente a existência divina, nem tão pouco afirmá-la. Como já disse algum poeta por aí: só sei que nada sei. Como não sei, não discuto. Deixo que cada um fique "em paz" com suas convicções e peço apenas que me deixem "em paz" com as minhas incertezas. Em resumo, sou o que se pode dizer de um modo refinado agnóstica, que é nada mais, nada menos, que alguém em cima do muro - posição que, aliás, combina bem com a minha formação de economista, afinal de contas tudo é muito relativo...
Hoje, assistindo o noticiário, que falava sobre a tragédia das inundações na região serrana do Rio, vi toda aquela gente que conseguiu salvar alguma coisa em meio à casa que perdeu - ou algum parente em meio à família que morreu - dizendo "graças a Deus" e só conseguia pensar no quanto tudo mesmo é relativo, inclusive a religião e suas explicações... Se, no meio de tanto desgosto e desgraça, algo dá certo, é graças a Deus, mas o desgosto e a desgraça em si que levaram a toddo o resto não o são... São sim "a vontade de Deus", pois afinal "Deus sabe o que faz" e não se deve questionar os designios divinos.
Eu, do conforto do meu sofá, não conseguia entender como aquela gente tão ferrada e sofrida agradecia pelo pouco que sobrava e não se revoltava pelo muito que lhe havia perdido, pelo infortúnio ou pelo desígnio. Acho que isso é que é ter religião... É ter certeza tão absoluta de algo que nem a desgraça abala. Vulga paciência de Jó...
A religião é boa, acalma e acalanta; faz resignar em meio a todos esses terríveis e trágicos desígnios. Melhor pensar que tudo o que vivemos, mesmo quando sofremos, tem alguma razão imperscrutável, do que achar que simplesmente não tem razão nenhuma. Mas eu não consigo ter minha alma acalantada. Quando vejo essas tragédias no noticiário só o que penso é na aleatoriedade... As coisas não acontecem a um e deixam de accontecer a outro necessariamente porque o primeiro é malvado e o segundo é bonzinho.
E olha que para mim seria reconfortante pensar assim, pois, considerando todas as misérias e padecimentos de que se tem notícia nesse mundo, eu sou uma pessoa abençoada - e você que lê provavelmente também o é. Ok, nós somos almas boas. Mas o Collor, o Maluf, o Sarney, também são abençoados, talvez até mais do que nós. Definitivamente a casa deles não é soterrada e, ainda que fosse, isso não significaria perder tudo, pois eles têm suas poupancinhas no exterior...
Aleatoriedade, meus amigos, aleatoriedade.
Alguns me responderão que cada um tem suas próprias desgraças. Que mesmo os que têm bens, lares e família protegidos das intempéries naturais não fogem aos designios divinos e sofrem lá suas tragédias, nas devidas proporções de suas condições de vida. Ali a tragédia seria menos por problemas materiais e mais por problemas emocionais, espirituais, psicológicos, ou de saúde.
É complicado qualificar e, mais ainda, quantificar sofrimento. Mas eu penso, certamente com base nos meus valores, que não são obviamente compartilhados por todos, que é "melhor" chorar deitado na cama e abraçado com o travesseiro, agasalhado e alimentado, do que na rua, na chuva, no barro, no frio, na fome.
Já disse, não tenho eu do que reclamar. Se deus existir, sou uma pessoa abençoada e devo agradecê-lo por ter o travessseiro pra abraçar e a cama pra me jogar nos meus momentos de "sofrimento", mas isso me deixa mais inquieta ainda quando vejo essas tragédias na tv... Por que eu tenho direito a essa cama e sesse travesseiro? Por que outros têm direito a uma cama king size e a um travesseiro de pena de ganso?  E por que outros não têm direito nem sequer á casa?
Talvez esse seja o mesmo peso na consciência que leva os filhinhos de papai classe média da FFLCH a se tornarem csocialistas, omunistas, anarquistas, etc... Afinal, a gente semprre faz uma "mea culpa" tendo consciência social...
Entretanto, o fato é que tanto o meu post solidário quanto o discurso panfletário dos boyzinhos comunistas são apenas palavras; e palavras não mudam fatos. Daí minha solidariedade e minha consciência social, assim como a da maioria das pessoas, acaba nissso. Ou no máximo se estende até uma doação de roupas e alimentos... Depois disso, podemos ter a consciência tranquila por não sermos insensíveis à dor alheia e encostarmos a cabeça em nossos travesseiros, nas nossas camas quentinhas, nas nossas casas sequinhas. E agradecer a Deus por ela.s Enquanto outros, "escolhidos" de modo aleatório, agradecem a Deus por bem menos.
Sim, estou reflexiva e deprimida. Deprimida por não entender o que faz de alguns "abençoados" e de outros não. E mais deprrimida ainda por constantar que tudo o que fazemos ou sentimos pelos outros na verdade fazemos e sentimos por nós mesmos. Mesmo a solidariedade não é altruísta. A gente sente a dor dos outros para se sentir consciente e sensível. A gente faz bem aos outros para fazer bem à própria consciência.
Bom, ainda que isso não faça de nós bonzinhos, nos faz menos malvados do que aqueles que nem essa pseudo consciência têm, não? (Sendo verdade ou não, isso acalanta minha alma, rs).
Enffim, hoje o céu está cinza...
Vai continuar choveendo...
E o melhor a fazer? É não assistir mais tv.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Queridos leitores e leitoras...

Primeiro post do ano! Aliás, primeiro post da década! Obviamente não poderia versar sobre outra coisa que não sobre a primeira realidade com que me deparei no dia.
Considerando o efeito psicológico segundo o qual entendemos que o amanhã virou hoje só depois que dorrmimos e despertamos, o primeiro acontecimento do meu primeiro dia do ano deu-se lá pelas duas da tarde, e, se tal acontecimento for um prelúdio do que me espera esse ano, amigos, estou f... ferrada.
Esquentei uma xícara de café, os restos do cuscuz de ontém, sentei de pijama no sofá, liguei a tv e... me deparei com o Sarnento, digo, Sarney cantando o hino nacional!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sim, era a posse da Dilma. Mas não foi isso que me estarreceu. O problema era o Sarney cantando o hino... Bom, a rigor ele estar ali já é um problema. Se ele não fosse presidente do Senado, não estaria lá no Congresso fazendo tal stand up comedy. Mas Sarney cantando o hino? Pátria amada? Creio que o humor teria sido mais leve se houvessem chamado o Suplicy pra tanto.
Quanto ao discurso da Dilma, embora ela tenha falado a bessa, não há muito o que dizer. Mais do mesmo; voces sabem. Se o governo cumprir tudo o que ali foi dito, pode-se dizer que para todos brasileiros virará realidade tudo o que eles têm houvido nas últimas semanas... Todos terão um 2011 com muita paz, saúde, dinheiro, felicidade, sucesso, realizações de sonhos, etc e tal.
Aliás, brasileiros não; queridos brasileiros e brasileiras. É assim que seremos chamados daqui por diante e por pelo menos quatro anos, portanto, acostumem-se.
Pelo menos já estamos vendo um toque feminino no poder... Agora somos meigamente (sem analogias à "Megamente", hehe) chamados de queridos. Pena que, ao contrário do dito e redito tantas vezes ao longo do longo discurso, Dilma não priorrizou as mulheres no vocativo... Poderiamos bem ser "queridos brasileiras e brasileiros", ou "queridas brasileiras e brasileiros", mas mantenhamos o machismo da regência da língua portuguesa!
Engraçado que já havíamos sido chamados assim de queridos antes, uma única vez, no último pronunciamento do presidente Lula, o qual assisti no blog do Planalto (sim, isso existe). Notem como ocorre mesmo uma fase de transição entre governos, rs.
Bom, o importante mesmo é que agora somos queridos... Ou alguns brasileiros e brasileiras são queridos de Dilma, pelo menos. Antes disso éramos "companheiros e companheiras". Ou achamos que éramos... Talvez o discurso não fosse para todos, e sim para aqueles que eram os companheiros e companheiras sabe-se lá de quê, rs. (Não podemos esquecer também que já houve presidente que discursava descaradamente apenas para a gente dele - "minha gente").
O triste disso tudo, minha gente, é que já haviamos sido aclamados por diversas vezes como "brasileiros e brasileiras", não queridos naquele caso, pelo senhor que hoje presidia o Senado e cantarolava o hino. Há anos ele estava lá e lá continua. Já se pode dizer brasiliense e não mais maranhense (graças a esses últimos), independentemente de seus atos secretos e, o que é pior, dos revelados.


P.S. Para quem curte uma propagandinha governamental ou quer dar uma afagada no ufanismo, segue o link do blog do Planalto:
http://blog.planalto.gov.br/

Dêem uma bizolhadinha no blog. Faz ter pensamentos divertidos...
No último pronunciamento do Lulão ficamos com a frase "Saio do governo para viver a vida das ruas"... Pensei que ele faria uma adaptação à célebre frase de GV, se saindo com um "Saio do Governo para entrar na história", pois, afinal de contas, "nunca antes na história desse país" tantas coisas...
Há também no blog os "bastidores" da cerimônia da posse de Dilma.
Fernanda Takai, que participou da cerimônica (puxa, poderiam ter pedido pra ela cantar o hino!), em alusão ao seu livro "Nunca subestimem uma mulherzinha", disse da nossa nova presidenta "Nunca subestimem uma mulherzona"... Mulherzona??? Rs.
Enfim, divirtam-se e informem-se!