quarta-feira, 30 de março de 2011

Quando a esmola é demais...

Depois de Roma, íamos para Nápoles, fazer tal cidade como base para podermos ir á Pompéia, ao Vesúvio , á Ilha de Capri e à Costa Amalfitana.
Só que depois de termos ficaddo hospedadas num bairro de prostitutas em Paris (Pigali), rs, acabamos refletindo sobre nossas reservas de hotéis e revendo as localizações dos mesmos. E foi assim que trocamos Nápoles por Pompéia.
Daí lá fomos nós hoje logo cedo pegar um trem de Roma prra Nápoles e outro de Nápoles pra Pompéia, arrastando nossas malinhas ruas, eescadas e estações a fora, subindo e descendo as malinhas dos trens... E malinhas que estão agora bem mais pesadinhas (de comprinhas em Roma).
´Chegamos em Pompéia, uma cidade pequenina e muito bonitinha, e saímos arrastando as malas (e nos arrastando) pelas ruas de paralelepípedos atrás do nosso hotel. Não achávamos. Peedimos informação a algumas pessoas e elas nos disseram quee o hotel havia fechado! Gelamos. Havíamos sido vítimas de um golpe na internet? Ficaríamos na rua? E agora?
Fomos até o endereço e realmente estava fechado!!! Mas... havia mudado para o outro lado da rua! E o dono do hotel já estava nos esperando! Respiramos aliviadas, entramos no hotel e fomos recebidas com taças de champagne!!!
Como diz o velho ditadop brasileiro: quando a esmola é muita, o santo desconfia. Então tememos que toda essa hospitalidade fosse um pedido de desculpas antecipado por uma acomodação ruim. Daí entramos no quarto e descobrimos que não. Então começamos a peensar se não havia um "boa noite cinderela" na bebida. Depois de algumas horas de lucidez percebemos quee de fato não. Então só nos restou concluir que o tal ditado realmente só se aplica no Brasil! As pessoas aqui na Itália (e também na Espanha mais modestamente) são de fato simpáticas! (Tanto é que, quando chegamos em Pompéia e fomos pedir informação a um senhor sobre a localização do hotel, ele até ofereeceu seu celular para que usássemos e ligássemos para o estabelecimento!)
De noite jantamos num restaurante muito gostoso, que também é do dono do nosso hotel, fomnos obviamente atendidas por um garçom brincalhão e saliente, que nos trouxe de brinde um licor de maça (que mais parecia uma aguardente) no final e ainda ganhamos do gerente do restaurante um livrinho com fotos da cidade.
Por fim, voltamos ao hotel e o dono, que também é o cara que atende os hospedes, nos informou que já havia agendado nosso passeio ás ruínas de Poméia e ao Vesúvio para amanhã e nos deu um livro sobre o assunto para lermos antes de dormir, rs. Doidão.
Eba, amanhã vamos ver vulcãozinho!!!!!!

Ciao bella!

Pessoas, devo dizer que a fama de galanteadores dos italianos é mesmo verdadeira.  Mas acho que eles deveriam ter mais fama de divertidos do que de galantes!
Começamos nossa incursão à Roma achando que estávamos arrasando, pois todos os italianos para os quais íamos pedir informação nos diziam no fim da conversa "ciao bella". Depois de alguns dias, nosso mundo caiu, quando entramos numa loja de lembrancinhas cheia de camisetas e bolsas com a estampa "ciao bella"! Morral da história: não são todos italianos que nos acham belas, e sim todos italianos falam isso pra todas!
Daí comeeçamois a reparar e percebemos quee, além de falarem isso efetivamente para todas, eles falam com uma voz mole e um olhar profundo, tentando ser sexy! Um dos caras parecia até o exorcista de tanto que virava aquele pescoço pra poder lançar o olhar fatal em mim e na minha amiga ao mesmo tempo!
Porr isso lhes digo: sim, os italianos são galanteadores e são também gentis e solícitos, mas acima de tudo são engraçados! São engraçados porque são bem humorados e brincalhões; e são ainda mais engraçados porque querem ser fataiss! Só quee na verdade, apesar de todo esse falso ar de "cafa", são todos totalmente inofensivos, rs. E isso torna a coisa ainda mais engraçada! parecem uns bobões, isso sim!
Dentre todos os homens cafa-bobões desse país, dou um destaque especial aos garçons. Eu não sei se eles são assim mesmo ou se só são como são com os turistas para fazer tipo... Só sei que são todos brincalhões! Para voces terem uma idéia, num restaurante em que fomos, o garçon trouxe uma garrafa de binho de sobremesa pra gente e mais 4 copos e brindou com a gente! Depois voltou ao serviço, rs.
Hoje deixamos Roma e seus garçons doidões e viemos conhecer os garçons de Pompéia... Faltam só 3 dias pra viagem acabar. Por um lado estou feliz, pois morrendo de saudade de muitas pessoas. Por outro lado, não queria voltar para uma cidade toda pixada, suja e cheia de barangolés... Queria mesmo era poder importar para cá todas as pessoas que voglio bene!

domingo, 27 de março de 2011

Os zoropeus são doidos!

Engraçado os brasileiros terem fama de serem um poco alegre e descontraído, pois, comparando com o quee tenho visto por aqui, os brasileiros são recalcados, isso sim! Não que eu seja uma especialista em Europa, mas do pouco que vi as pessoas aqui parecem bem mais espontâneas e abertas à interação.
Claro que isso é particularmente mais evidente nos italianos. Só o episódio que contei no outro post, quando as pessoas da confraternização que invadimos nos incorrporaram a sua festa já mostra isso. (Aliás, esqueci de contar quee fizemos um trenzzinho no restaurante e, sob o comando do próprio dono do estabelecimento, fomos dançarr na cozinha, daí os copzinheiros começaram a dançar também, rs).
Mas mesmo em Paris, onde as pessoas não são lá muito abertas ccomo os italianos ou gentis como os madrilenhos, eu vi um pessoal bem mais desinibido que no Brasil, e sem maldade.
Fomos a uma balada parisiense. na verdade é um local chamado Favela Chique, cujo dono é um brasileiro. O local toca vários tipos de música, algumas delas brasileiras. Mas o que me espantou na balada não foi saber o sucesso que nossas canções tupiniquins faziam por aqui, e sim ver o modo  muito animado e livre como oszoropeus dançam. Aos olhos de nós, recalcados brasileiros, pareceu em princípio uma tremenda baixaria bissexual, rs. Era homem dançando com homem, mulher com mulher, homem com mulher, todo mundo se requebrando, rebolando até o chão, dançando em cima da mesa (sim, e não eram poucos, na verdade era a maioria), se encoxando... No começo tive vontade de ssair correndo, achando aquilo lá um grandde surubão multissexual! Temi por minha integridade física, rs.
Mas a maldade, meus amigos, está mesmo nos olhos de quem vê. Apesar de toda essa aparente loucura, as pessoas aqui são bem mais respeitadoras do que as nas baladas brasileiras. Fizemos amizade com um grupo de pessoas, conversamos em francês, inglês, espanhol e português, tudo misturado, com homem, com mulher, e saímos totalmente ilesas no fim da noite, sem ter que enfrentar qualquer xaveco imbecil ou se esquivar de passadas de mã ou tentativas de beijo forçado, como acontece nas baladas de nossa terrinha natal.
Aquele banddo de depravados subindo na mesa e dançando de modo extremamente rebolativo era na verdade só um bando de pessoas sem nenhum recalque para se divertir.
No fim das contas nós dançamos em cima da mesa também! E foi muito engraçado!
Gente, os zoropeus são todos doidões! Confesso que essas coisas me assustam um tiquinho, mas me parece mais saudável do que todo nosso falso moralismo.

sábado, 26 de março de 2011

Cafonices na chique Paris!

Já começo dizendo que não gostei de Paris (o meu negócio é Madrid, rs).
As meninas adoraram, pois realmente a cidade é lindíssima e têm seus monumentos e edifícios muitíssimo bem conservados. A catedral de Notre Dame, o Museo do Louvre ee a vista geral do alto da Torre Eifel são mesmo de deixar um turista boqueaberto.
Mas a cidade é cheia como São Paulo, o que significa dizer: cheia de pessoas apressadas e mal educadas, que te atropelam andando a pé ou de carro, cheia de maloqueiros (aos quais apelidamos de baraangolé) tentando te empurrar produtos falsificados e xexelentos. Além disso, aquela história de que os franceses fedem é mesmo fato, não lenda. Não que todos fedam, mas muitos fedem sim. E o metrô fede ainda mais... O metrô, aliás, é horreendo: velho, pixado, fedido e cheio de barangolés pulaqndo a catraca e depredando o lugar. Enfim, trash.
Depois escrevo mais mau de Pariss, rs. Agorra vou me aprrontar para ver a ópera La Traviatta!
Ficamos apenas dois dias em Madrid. Em princípio ela nem fazia parte do nosso roteiro; só decidimos incluí-la porque teríamos de fazer escala por lá mesmo, já que a passagem mais baratinha era a da Ibéria.
Tirando o incidente da turbulenta turbulência, viajar pela Ibéria foi legal. E ter ido para Madrid foi simplesmente fenomenal!
A passagem pela alfândega foi extremamente tranquila (não nos pediram nada além do passaporte) e o aeroporto de Barajas é belíssimo!
Não sei porque ninguém fala nada de Madrid... A cidade é uma gracinha, tem prédios super bonitos e conservados, uma centenas de restaurantes e cafés charmosos com mesinhas bonitinhas nas calçadas e praças, madrilenhos super educados e solícitos. Eu simplesmente me apaixonei por Madrid.
Depois de lá, já estivemos em Paris, Veneza e Florença - e agora estamos em Roma -, mas Madrid continua sendo minha preferida. As pessoas são calmas e educadas. O lugar passa tranquilidade e beleza.  È tudo muito bem conservado e limpo. E as pessoas andam todas muito bem arrumadas.
O sangue espanhol que corre em minhas veias aflorou por lá. Identifiquei-me bastante com o lugar e estou doida para voltar!
Como ficamos pouco tempo na cidad,e não foi tempo suficiente para nos metermos em grandes confusões. A coisa mais bizarra que nos aconteceu foi ficarmos horas perdidas na cidade, de noite, na garoa e no frio, de salto e super chiques, procurando uma casa de flamenco que ninguém sabia informar onde ficava! Cada madrilenho nos mandava para um lado! Cansadas, pegamos um taxi e fomos enroladas por um cara, que nos largou num lugar ermo que ele disse que era a rua da casa de flamenco, nos levou 5 euros e se mandou. 
Daí voltamos para o hotel com o rabinho entre as pernas e deixamos o show de flamenco para o dia seguinte, quando enfim deu tudo certo! Assistimos a um belo show tomando sangria, depois de comermos queijos e tomarmos vinho!
Aliás, tomei vinho em todas refeições. Lá o vinho faz parte do dia a dia das pessoas mesmo (aliás, aqui em Roma também). Ademais, não tenho escolha, já que não se encontra suco natural por aqui, rs.
Enfim, o resumo deste post é: Madrid, eu recomendo!

sexta-feira, 25 de março de 2011

"Em Roma, como os romanos"

Depois de passar por Paris, Venezae Florença, chegamos hoje a Roma. Até então não havia conseguido postar nada aqui no blog por causa de uma série de confusões ao longo da viagem e de problemas com a net de alguns hotéis...
Não que agora esteja melhor... Estou de pé, no hall do "hotel" muquifento onde estamos, escrevendo essas mal digitadas linhas, rs.
Bom, a vinda pra Roma já começou conturbada lá no trem que pegamos em Florrença. Entramos pela porta errada do trem, não sabíamos que havia um local espeecífico para se guardar a bagagem, ficamos um tempão obstruindo a passagem no corredor do trem com nossas malonas, depois um outro tempão tentando colocar nosswas malonas no bagageiro que ficava lá no alto, em cima das poltronas... Nosso infortúnio gerou comoção, várias pessoas vieram tentar nos ajudar a colocar as malas lá na tal prateleira, mas a mala entalava porque era muito rechonchuda pra caber... Enfim, depois de todo esse alvoroço alguém fez o favor de nos avisar que havia um bagageiro grande no final do trem, então lá fomos nós arrastar nossas malonas pelos estreitos corrredores do trem, esbarrando em todo mundo...
Depois disso: ufa, sentamos! E aí veio a segunda desgraça: a mulher sentada ao meu lado no trem era lésbica (ou bissexual), pois passou a viagem toda me comendo ccom os olhos e tentando puxar assunto!
E, como desgraça pouca é bobagem, ao chegarmos ao "hotel" enffim aconteceu o que tanto temíamos: as fotos da net eram enganação! O hotel, do qual escrevo agora, é uma espelunca! A única coisa que funciona nele é a net. E só no corredor. E o pior é que nem acho tão ruim assim ficar no correedor usando a net, pois ele é bem mais bonito e limpo que o quarto...
Bom, já providenciamos o cancelamento do hotel.  Depois de amargar uma noite xexelenta aqui e o custo da multa de cancelamento, amanhã iremos para um hotel bem bonito que achamos aqui perto.
E apesar desses contratempos todos já tivemos lá nossos bons momentos aqui... De tarde passeamos, vimos monumentos bonitos, as ruínaqs do fórum romano e a lindíssima Fontana de Trevi!
De noite, para desestressar, fomos jantar num restaurante aqui na rua do hotel mesmo. De fora parecia um simples restaurante. Quando entramos, vimos que havia DJ e´luzes coloridas de discoteca... de repente toda a galera que estava lá começou a nos chamar prra dançar com elese a bater altos papos com a gente em italiano! O mais animado de todos era um cara super velhinho.
No final da noite descobrimos que o velhinho bailante era professor de ortopedia e que tinha uma clínica na qual todo aquele povo trabalhava. Ou seja: nós invadimos uma confraternização de colegas de trabalho!!!!!
Mas foi muito engraçado! Dançamos até lambada com o velhinho! E todo mundo foi muitíssimo simpático conosco!
Os italianos são muito loucos!
Bom, como não estou afim de ir deitar naquela cama de lençóis "pardos", acho que farei mais alguns posts sobre a viagem para voces.
Só peço desculpa pelos provavelmente milhares de erros de português e de digitação, pois, além de estar digitando em pé, encostada em um balcão, estou usando um micrsocópico netbook, então simplesmente não enxergo as barbaridades que estou cometendo, rsrsrs.

terça-feira, 15 de março de 2011

Malhando o muque na Zoropa!

Olá, pessoas! escrevo de solo parisiense, comendo morango com chocolate. Ai como a vida é dura! è, mas não pensem que foi fácil chegar até aqui. Literalmente não foi. Rs.
Como todos sabem, tive de me preparar bastante psicologicamente para subir naquele aviãozão e até que fiz um bom trabalho, pois no começo consegui cochilar no avião. Mas eis que com umas 3 hrras de vôo o avião sacudiu que nem num parq2ue de diversão. Sim, passamos por uma mega turbulência. Daí por diante fiquei durinha, enjoada e com dor de barriga! Controlar a dorr de barriga até que foi fácil, porque eu não ia tirar o cinto, levantar da poltrona e ir até o banheirodo avião nunca mais e por nada desse mundo! Mas segurar o enjôo foi complicado... Paassei o restante do vôo namorando o saquinho de vômito que estava na minha frente! Não preguei os olhos mais.
Respirei alçiviada só quando aterrizamos e suspirei emocionada quando olhei pro aeroporto. Lindo demais! Tudo novinho, limpinho, cheiroso. Havia um metrô que nos pegava no desembarque e nos levava até o lugaqr onde deveriamos retirar a bagagem. E de lá havia metrô para qualquer lugar.
Mas alegriaa de pobre dura pouco até na Zoropa... E logo descobrimos que não há escadas rolantes nas estações de metrõ mais antiguinhas, como o onde estava nosso hotel. Tivemos que subir milhares de escadas puxando nossas malas!
Cansadas e suadas depois de tanta ginástica, chegamos enfim ao hotel e tchananã: descobrimos que lá não havia elevador também!!!E sim 3 longos lances de escadas para malharmos mais um pouquinho!!!!!!
E, como tudo que sobe uma hora desce, tivemos que fazer todo o processo inverso, tanto no hotel quanto no metrô, hoje na hora de deixarmos Madrid. E lá fomosnós arrastar escada abaixo aqui e ali nossas malonas...
E adivinhem o que aconteceu??? Demoramos tanto no processo que perdemos o vôo para Paris!
Daí lá fomos nós, suadas, cansadas e irritadas ficarmos também falidas, pagando um adicional bem salgadinho para entar no võo seguinte... Paris realmente é uma cidade cara! Nem tínhamos chegado lá e já estávamos vendo a grana dizer au revoir!!!
Mas o importante é que estamos em Paris. E que Madrid foi surpreendentemente linda! Só que isso é assunto pra outro post!

quarta-feira, 9 de março de 2011

De malas prontas!!!

Pois é, pessoas, faltam 3 dias apenas e "Zoropa, aí vou eu"!
Gente chique é outra coisa, não?
É, gente chique é outra coisa meeeesmo... Porque no meu caso o plural utilizado no título foi apenas de efeito moral... Convenhamos que "de malas prontas" é algo bem mais excitante do que "de mala pronta". Malas significa que se está levando muitas coisas... E quando se leva muitas coisas é pra se ficar muito tempo... Ok, ok, no caso das mulheres, ter muita bagagem não é necessariamente indicativo de longo tempo de estadia em outras praças... Mas nem por isso se pode negar a prevalência do efeito moral de se usar o plural em vez do singular.
Só que na prática, meus amigos, o que usei foi o singular. Apenas uma mala, por questão de pobreza. Não, não que a miséria seja tão grande que a escassez tenha acometido meu guarda-roupas. Trata-se de total economia com os meios de transporte. Além de ter que carregar minha mala para cima e para baixo em estações de metrô, trem, ônibus, gôndola e se sabe lá em que mais modalidade de transporte coletivo, não quero pagar excesso de bagagem no vôo que pegarei de Paris para Veneza.
Portanto, meus amigos, tive que trabalhar (arduamente) com uma meta de bagagem menor que 20 kg! Voces entendem o quanto isso é complicado para uma mulher? Tão angustiante situação, além de exigir exercício de desapego e concessões, quando sapatos e bolsas, cachecóis e gorrinhos, calcinhas e sutiâs não mais combinarão entre si, ainda determina que haverá muita, mas muita repetição!
Imaginem quanta análise combinatória terei que fazer para que a minha vestimenta não faça parecer que estive em Madrid e Florença num mesmo dia??? (Ok, isso daria uma boa discussão nerd sobre se o caso se trataria de um arranjo, uma permutação ou uma combinação, mas a idéia da introdução desse comentário inútil era tão somente mostrar que, apesar do tema em questão, eu não sou futil; não totalmente!)
Por falar em "permutação", uma das amigas com as quais viajarei tem o mesmo manequim que eu, então pelo menos poderei aumentar as alternativas de vestuário (e ela também), mas não poderemos tirar fotos juntas! Ou seja: ou deixo as pessoas achando que sou porca porque não mudo de roupa (e consequentemente supondo que aderi ao costume local de não tomar lá muitos banhos), ou deixo acharem que sou narcisista e só quero tirar fotos de mim mesma!
Mas o que me preocupa mesmo não são as nossas fotos da viagem, e sim as fotos dos hotéis. Reservamos tudo pela net, selecionando, com base nas fotos, quais, dentre todos aqueles hotéis velhos do velho mundo, pareciam ser os menos mal assombrados... Só que corremos o grande risco de aquelas fotos serem desatualizadas, de logo após a inauguração,o u seja, mais ou menos da época da inquisição!!! (É, acho que, além da Monalisa, verei outro tipo de pintura famosa: aqueles quadros de retratos de pessoa cujos olhinhos parecem estar se movendo, sabem? Rs).
O importante é que, sob a vigília dos olhinhos dos quadros antigos ou não, estarei aqui postando sobre a viagem sempre que possível (e sempre que a internet dos hotéis xexelentos que reservamos funcionar)!
Que eu seja bem vinda á Zoropa e que voces sejam bem vindos ao meu "diário de bordo"!!!!


P.S. Ainda preciso que alguém me belisque!


P.S. II O comentário anterior foi só um modo de falar!